quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Marcio Fonseca entrevista Paulo Laender






Quem é Paulo Laender?
Paulo Laender _ Teófilo Otoni -Minas Gerais - 1945 - arquiteto/escultor/designer, com mais de quatro décadas de atividade profissional constante, vem conduzindo sua carreira polivalente com destaque nacional e internacional.
Ao longo dos últimos trinta anos, dedicando-se mais intensamente à escultura, consolidou seu nome no cenário artístico através de exposições ,individuais ou coletivas, além de participações em salões , bienais e feiras no Brasil e no exterior.
Mineiro, sediado em Belo Horizonte, mas com presença constante em eventos por todo o país e afora, Laender traz, em sua obra as raízes da tradição da escultura em Minas Gerais, desde Aleijadinho aos modernos Ceschiatti, Pedrosa, aos concretos Weissmann, Ligya Clark, Mary Vieira e , mais contemporâneamente, à Amilcar de Castro .
Ele mesmo acredita que a resposta da nossa expressividade face à topografia e a espacialidade mineiras é, por natureza, tridimensional.
Ao contrário das vertentes contemporâneas da escultura brasileira ligadas ao neo concretismo e ao construtivismo, com suas resoluções geométricas, angulosas, Laender elegeu a curva, com sua orgânicidade e referência barroca, como seu vocabulário formal expressivo.
Trabalhando com a madeira , o ferro e o aço, e os metais fundidos (ferro e bronze), suportes sobre os quais imprime sua criatividade, este artista alcança, com sua maturidade artística, uma obra de originalidade comprovada onde, a excelência do acabamento e da síntese da resolução estética são qualidades que se revelam e se destacam.
Utiliza também a pintura e a gravura como suportes importantes dentro da sua expressividade.

Como a Arte entrou em sua vida?
Creio que um artista já nasce como tal cabendo ao tempo e à sua formação o apuro natural e necessário.
Vários fatores ou motivos me conduziram por esse caminho.
A escultura , para nós mineiros, é fruto da expressividade tridimensional da nossa emoção.
Nossa topografia age sobre seus habitantes de manira contundente, conduzindo-nos à experimentação das distâncias e referências espaciais.
Aqui, ou daqui, as situações, os deslocamentos e as atitudes são, quase sempre, orientados e regidos pelo posicionamento, pelos obstáculos e pelas longitudes e latitudes entre montanhas e vales enfim , pelo relevo.
Basta esse treinamento natural de aqui se viver e se movimentar, a que estamos atavicamente sujeitos, para nos conferir introspecção, reflexão e, obviamente, o exercício da espacialidade.
A base original para o percurso pelo qual passei até me tornar um escultor, porém, encontra-se na minha infância.
Considero como fator de grande importância, nesse sentido, a influência exercida sobre mim pela minha tia materna Nelly Frade.
Nelly, aluna da primeira geração de artistas belorizontinos formados por Guignard, na Escola do Parque Municipal, sensível pintora e desenhista, com perfil modernista nos anos 50, matinha seu ateliê na casa da minha avó onde, frequentemente, se reuniam seus colegas e amigos.
Lembro-me principalmente de Maria Helena Andrés que, tempos depois, seria minha primeira mestra efetiva de desenho e pintura, de Marília Giannetti Torres e Estevão, entre outros.
Entre o cheiro de terebentina e o alvaiade das telas que, às vezes eu ajudava a branquear no cimentado do quintal, minha memória foi se compondo, ouvindo histórias sobre Guignard e sobre a luta daqueles pioneiros pela criação das bases de uma arte moderna realizada em Minas Gerais.
Dividi este universo da infância, essa casa da avó materna, em Belo Horizonte, com outra, não menos marcante: a casa da fazenda da minha avó paterna (não cheguei a conhecer meus avôs) em Teófilo Otoni , onde, durante minhas férias escolares, vivia o bucolismo da vida no campo.
Lá - em meio ao cenário de uma decadente opulência, fruto do abandono das atividades principais da fazenda (cultura do cacau, café e gado), depois da morte do meu avô e, da posterior supressão da Ferrovia Bahia Minas que, ligando Minas, a partir de Teófilo Otoni, ao mar da Bahia, em Ponta de Areia, constituía-se o canal da exportação dos produtos do fértil Vale do Mucuri - pude conhecer e vivenciar os resquícios da grande floresta primária e os principais rios que a cortavam (Doce, Mucuri e seu afluente Todos os Santos), os índios Maxacalis, o campear do gado, a lavoura do cacau e seu beneficiamento; a grande diversidade de pássaros e seu canto; o mundo e a magia das pedras preciosas, que me marcaram profundamente e tiveram grande influência em meu trabalho, revelando-se no exercício da joalheria e no seu design, que mais tarde, viria desenvolver.
Passadas a infância e a adolescência, com a explosão de seus hormônios e de suas inseguranças, chegou a juventude.
Era a época da "bossa-nova", quando a classe média brasileira se descobria e se libertava para um mundo mais amplo, até que, com o advento do golpe militar, a repressão e a tentativa do poder instalado de abortar quaisquer movimentos ou manifestações de livre expressão inauguraram os anos de chumbo.
Entre os amigos de juventude , o máximo era empunhar um violão e, com alguns acordes, percorrer o repertório de Bossa Nova, imbuídos do espírito de modernidade que o movimento suscitava, causando frisson entre as garotas.
Como nunca tive pendores musicais, incapaz mesmo de afinar um violão ou ainda manter o mesmo tom numa simples frase falada, sabia que esta não era, definitivamente, minha praia.
Voltaram me então as lembranças da infância, meu primeiro aprendizado, no ateliê de Nelly Frade, que logo procurei complementar com uma formação mais técnica e efetiva, através do ensinamento de Maria Helena Andrés e incursões livres na Escola Guignard.
Dessa maneira retomei a minha relação com a arte e, se nesses primeiros momentos de retomada, me senti inseguro em relação a tal escolha, o estudo, as pesquisas e , acima de tudo, creio, uma
verdadeira vocação que se revelou com o tempo, confirmaram a minha escolha. Daí em diante, as experiências e exposições foram se sucedendo e uma carreira, se formando.

Como foi sua formação artística?
Após este primeiro período como aluno de Maria Helena Andrés e frequentador livre da Escola Guignard estreei como desenhista e busquei ampliar a minha formação , exercitando-me em gravura (primeiro na Escola Gugnard com o Grupo Oficina e depois no ateliê do MAM no Rio de Janeiro) e em pintura até ingressar na Escola de Arquitetura da UFMG. (1965 a 1970 quando me diplomei).
O aprendizado e o exercício da arquitetura junto com as primeiras peças de joalheria que produzi nesse período impulsionaram-me imediatamente para a tridimensionalidade a escultura.
Entre 1970 e 1980 trabalhei paralelamente com arquitetura e arte.
A partir dos anos 80, após um viagem ao oriente (Índia e Nepal), voltei ao Brasil, assumindo com maior disposição e desprendimento o lado artístico.
A arquitetura permanece como uma paixão a que eventualmente me entrego, mas a demanda artística, através da escultura principalmente, tornou-se quase exclusiva.
Mantenho desde então uma produção constante em escultura, pintura, gravura, relevos, objetos e design (joalheria e mobiliário).
Essa pluralidade de atividades, que, a princípio, pode causar certo espanto, convive de forma tranquila e sem conflito dentro do meu mundo criativo.
Transito por elas com espontaneidade, percebendo que todas são parte de uma mesma fonte e contam uma mesma história.

Como você descreve sua obra e que meios utiliza para construí-la ?
"O tema básico de toda mitologia é que existe um plano invisível sustentando o visível.Manter o mito vivo é essencial para a ligação entre esses dois planos e as pessoas capazes de o fazer são os artistas.
A função do artista é a mitologização do meio ambiente e do mundo." (Joseph Campbell)
"Temos a arte para não perecermos diante da verdade" (Nietzche)
"A arte existe porque a vida não basta" (Ferreira Gullar)
Espiritualmente percebo-me um artista a serviço de uma "falange".
Tenho parentes próximos por todo o planeta e épocas: do homem primitivo ao indígena; do Egito antigo, passando pela Grécia, à África negra; dos renascentistas. barrocos, aos modernistas e aos contemporâneos; utilizo seus sinais, sua escrita e tento absorver e reciclar suas histórias.
Não existe novidade em arte apenas novas maneiras de contar o mito.
Minha função , em meio a esta sociedade global caótica e desreferenciada em que vivemos, pode ser equiparada a do artista/xamã que, nas tribos primitivas, cria os totens e preserva os sinais.
Sinto-me como um guardião desses sinais que, conectado a outros, de várias épocas e lugares, trabalha pela preservação de um referencial.
Para tal utilizo qualquer suporte que esteja ao meu alcance.
Arquitetura, escultura, pintura, desenho, gravura, joalheria, cinema são apenas meios dos quais lanço mão para contar a minha história que, é só uma e se repete a cada vez com uma nova forma criativa.

Madeira , aço ou bronze, qual o melhor material para a escultura.?
Todos.
Cada qual, com suas características , se revela apropriado para determinada expressividade.
A madeira denota uma proximidade orgânica , quase térmica, com a essência humana.
Se presta às emoções e à visceralidade barroca.
O bronze e a pedra nos remete a uma temporalidade arqueológica e, junto ao ferro fundido, se revela um suporte que nos aproxima dos ancestrais.
O aço (e possíveis outros metais cuja tecnologia vem sendo dominada mais recentemente ) dialoga com a contemporaneidade e o futuro.
Sua maleabilidade se presta desde as grandes arquiteturas às naves espaciais.
Sua vibração está impregnada deste sentimento de arrojo e futurismo.
Todos são grandes e nobres suportes como demonstra a história da escultura.
No meu trabalho, fundamentado no seu início pelo suporte da madeira, privilegio, atualmente, o aço por uma disposição , no momento, de alcançar um resultado mais monumental e público para as minhas esculturas.

Que artistas influenciam seu pensamento?
São incontáveis ; alguns por uma atividade específica outros pela amplitude da sua abordagem artística.
Citarei os que me surgem na memória anotando , em alguns , um comentário ou relevando uma qualidade especial:
Os anônimos egípcios antigos, os gregos, os pré-colombianos, os tribais africanos, os aborígenes australianos, os nossos índios. todos com sua simbologia e sinais cuja leitura e preservação me toca e me encanta.
Os renascentistas em especial Leonardo, Michelangelo, Donatelo, Vasari, Durer e , muito especialmente Brunelescchi pela sua capacidade de racionalizar a teoria euclidiana e codificar a perspetiva ao mesmo tempo que , diante da necessidade de resolver a finalização do Domo de Florença inaugurou o planejamento arquitetônico através de plantas e detalhamentos , inventando a arquitetura como a conhecemos e estudamos a partir daí.
Dos renascentistas herdo também o sentimento e o pensamento humanista e a pluralidade expressiva.
Depois os holandeses Rembrandt com sua obra completa em pintura, desenho e gravura, e Vermeer.
Entre impressionistas e expressionistas, lembramos Seurat, nos seus desenhos pontilhistas, Gauguin e claro Van Gogh, nosso superego de entrega e mergulho sem volta.
Nos modernos Picasso é o pai de todos nós.
Daí em diante , entre escultores temos Calder, Giacometti na sua fase surrealista, Henry Moore, em toda a sua obra, Barbara Hepworth, mais recentemente Anthony Caro, entre os ingleses, David Smith, Isamu Nogushi, Joel Shapiro , Richard Serra entre os americanos.
Oteiza e Chilida na Espanha.
José Pedrosa, Weissman, os bichos de Ligia Clark, as formas antropomórficas esculpidas em pedra por Brecheret e os barrocos Aleijadinho, Mestre Piranga e Servas, no Brasil.
Waltércio Caldas é um nome contemporâneo importantíssimo.
Em pintura e outras atividades assinalo David Hockney pela liberdade e diversidade expressiva (gravura, desenho, pintura),
No Brasil Iberê Camargo (pintura e gravura ) , Portinari, Guignard, o melhor de Di Cavalcanti, entre os modernistas.
E tantos outros que a memória pode estar me faltando agora.
Mestres e parentes de uma mesma falange que transitaram e transitam pela arte registrando e preservando os sinais.

Como a arquitetura e a arte se acomodam?
Arquitetura e arte não se acomodam, melhor, convivem.
Como alguém que cultiva a herança humanista e opta, não pela especialização, mas pelo conhecimento e atividade polivalentes nada mais comum do que exercer atividades, aparentemente diversas mas, que no fundo provêm de uma mesma origem.
Se , atualmente, se tornou mais raro o exercer destas atividades de uma maneira conjunta e simultaneamente isso é causa mais de uma aceitação, ou mesmo um preconceito que a especialização dos nossos tempos nos imputa, do que pelo fato em si da sua atividade conjunta.
A arquitetura , como vem se desenvolvendo no Brasil, tornou-se , com raríssimas exceções , em algo banalizado por estilismos e decorativismos bem ao gosto de uma elite frívola e superficial, sem conhecimento próprio para optar por soluções ou invenções criativas e originais que cada possibilidade requer.
O que se vê, pelas revistas especializadas e publicações é uma "resolução" de grife que atende a modismos como se consome bolsas Louis Vuiton.
No momento se tornou difícil uma arquite criativa e brasileira como já tivemos no modernismo que, além de encantar o mundo e expressar a brasilidade, serviu como inspiração para toda a minha geração.

Além do estudo da arte , que outras influências entram em sua obra?
Um artista conta uma história e, para tal , deve buscar o conhecimento mais amplo em relação ao seu assunto.
Sou influenciado pela arqueologia, pela história do homem e suas possibilidades presentes e futuras.
Leio e estudo os pensadores no diálogo para a formação do meu próprio pensamento.
Ensaios e críticas substanciais sobre cultura, arte e história da arte também são matéria de assimilação.
Tenho particular interesse em técnicas e fazeres artísticos : escultura (madeira, metaturais , pedra), pintura, gravura (em especial gravura em metal), joalheria e mobiliário.

É possível viver de arte no Brasil?
Há 20 anos atrás era mais fácil, ainda que não o fosse uma atividade que bem compensasse.
Hoje é bem mais difícil.
Com a o crescimento da banalização e da busca constante do espetáculo; desse aspecto "fashion" que paira sobre tudo que vem a público, fenômeno esse internacional, aqui evidenciado por uma política de nivelamento por baixo; a mediocridade impera.
Para aqueles , cujo compromisso com a cultura e arte é mais sério e, cujo trabalho exige um pouco mais de conhecimento a sua colocação no mercado ficou restrita.
Curadores, salões , galerias, etc buscam por modelos de digestão e liquidês mais imediata que não exigem, dos atuais consumidores, uma dose mínima de esforço e compreensão.
Um artista tem que buscar alternativas e criar possibilidades sem, no entanto comprometer a qualidade do seu trabalho.

O que é necessário um artista ser representado por uma galeria?
Ter um nome razoavelmente já feito e aceitar os percentuais aviltantes que as galerias nos impõe.
Raramente alguma galeria me oferece comprar o trabalho o que, num mercado capitalista seria o mais óbvio mas , o que se vê , na prática, é a velha estratégia de artistas deixarem obras em consignação.
Ou seja : o lado mais fraco do sistema é o que suporta. Alguma coisa está errada.
Eu mesmo não encontro ofertas de negociação que justifiquem trabalhar com alguma galeria.
Venho trabalhando pela Internet e diretamente com decoradores e arquitetos (que são, no fundo, os que vendem as obras ).
Afora isso, desenvolvo projetos com empresas de porte através de leis de incentivo.

O que você pensa sobre o desenvolvimento da arte contemporânea em Belo Horizonte?
Não penso nada.

Quais são os seus planos futuros?
Quando eu dou conta do meu dia a dia já está de bom tamanho.


























































PAULO LAENDER
ARQUITETO/ESCULTOR/DESIGNER - 1945
TEÓFILO OTONI - MINAS GERAIS

1962 - Primeiros estudos de desenho com Maria Helena Andrés, em Belo Horizonte.
1964 - Primeira exposição individual de desenhos e litografias em Belo Horizonte.
1965 - Transfere-se para o Rio de Janeiro onde frequenta o atelier de gravura do MAM e realiza exposições individuais e coletivas de pintura e gravura em metal.
1966 a 1970 -Gradua-se em Arquitetura pela EA-UFMG e desenvolve atividades artísticas nas áreas de desenho, cinema, cenografia e design de jóias.
1970 a 1981 -Dedica-se à arquitetura, escultura, ao design de jóias, à gravura e às atividades de magistério na EA-UFMG.
1981 em diante -Tem concentrado seu trabalho na área de escultura, desenvolvendo paralelamente a arquitetura, a pintura, a gravura e o design de móveis, equipamentos e jóias.

DATAS

1965 - VII Bienal de São Paulo no setor de Pintura.
1967 - Individual de Desenhos e Pinturas na Galeria Guignard, Belo Horizonte.
1973 - XII Bienal de São Paulo no setor de jóias.
1975 - 14 artistas joalheiros brasileiros na Galeria da Praça, Rio de Janeiro.
1977 - Coordena e participa do Encontro Nacional de Escultores, Ouro Preto, MG.
1978 - Panorama Atual da Escultura brasileira no MAM, São Paulo.
1980 - Esculturas, Objetos e Gravuras no Palácio das Artes, Belo Horizonte.
1981 - Panorama Atual da Escultura Brasileira no MAM, São Paulo. Exposição do Barroco Mineiro, Brazilian Trade Bureau, Nova York. Viagem de estudos e pesquisa em países da Europa e Oriente ( Egito, India e Nepal ).
1983 - Monta e dirige as oficinas de joalheria e fundição da Bronfen-Laender, Belo Horizonte.
1985 - Nova viagem de estudos e pesquisa à America do Norte e ao Oriente ( Japão, China, Tailândia, Indonésia e Ceilão, volta ao Brasil passando pela Europa ). Expõe esculturas na OWL Gallery, San Francisco, California.
1986 - Esculturas e pinturas em São Paulo ( Galeria Paulo Figueiredo ) e em Belo Horizonte ( Palácio das Artes ).
1987 - Individuais em Belo Horizonte ( Sala Corpo de Exposições ) e em São Paulo.
1988 - Galeria da UFES, Vitória, ES. Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
1989 - Monica Filgueiras Galeria de Arte, São Paulo.
1990 - 3 workshops sobre desenho e criação tridimensional no IAB-MG e na EA-UFMG.
1991 - Relevos e pinturas no Espaço José Duarte Aguiar e Ricardo Camargo, São Paulo. XXI Bienal de São Paulo com a instalação “A Casa do 4ºPersonagem” junto com Marcos Coelho Benjamim e Fernando Velloso.
1992 - “Contemporary Art From Brazil”, Ledis Flan Gallery, Nova York. Feira Internacional de Arte em Yokoama, Japão. “Pequenas Arqueologias”, Galeria Ex-Libris, Belo Horizonte. Participa da “Begegnung Mit Den Anderen”, paralela à “Documenta de Kassel”, Alemanha.
1993 - “Chicago International Art Fair” com Arte do Brasil Souza Edelstein Ltda. “Verde Amarelo/Brazilian Front Art”, dez artistas brasileiros contemporâneos, Fujita Vente Museum, Tóquio, Japão. Estudio Manuel Álvarez, Barcelona, Espanha. Galeria Nara Roesler, São Paulo.
1995 - Galeria de Palau, Girona, Espanha.
1996 - “5 Artistas Mineiros”, Casa de América, Madri, Espanha.
1997 - ”4 x Minas Gerais”, Galeria Ruta Correa, Freiburg, Alemanha.“Mito/Território/Permanência”, Esculturas e Relevos, Galeria Nara Roesler, São Paulo.
1999 – “Paulo Laender – Esculturas e Relevos - Kolams Galeria de Arte, Belo Horizonte.
2000 - “Encaixas” Paulo Laender e Thomas Nolle, Galeria L’Angelot, Barcelona, Espanha e Kolams Galeria de Arte, Belo Horizonte.
2001 - 4 artistas na Manoel Macedo Galeria de Arte, Belo Horizonte. Relevos no Espaço Marie Camille, Belo Horizonte. Esculturas e relevos, Galeria Múltipla de Arte, São Paulo.
2002 - “Paulo Laender - Obras Selecionadas”, esculturas, relevos, pinturas e gravuras, Sandra e Márcio Objetos de Arte, Belo Horizonte.
2003 - “Paulo Laender” esculturas e relevos, Ricardo Camargo Galeria, São Paulo.
2004 – “Paulo Laender – jóias em ouro e pedras brasileiras” – Lemos de Sá Galeria de Arte – Belo horizonte.
2005 – “Razão e Emoção” – Pinturas – Pace Arte Gleria – Belo Horizonte
2006 – “Paulo Laender” - Esculturas e Relevos – Ricardo Camargo Galeria– São Paulo, SP ARTE ( Feira de Arte de São Paulo ) – Esculturas.
2007 – “Paulo Laender Obras Recentes” – Esculturas, Relevos, Pinturas e Gravuras –Galeria do Centro Cultural e Turístico da FIEMG – Ouro Preto - MG
2008 - “Paulo Laender” -Esculturas, Relevos e Pinturas - Casa Fiat de Cultura - Belo Horizonte - MG
2009 -“Paulo Laender” Obras Recentes - Galeria Horizonte - São Paulo - SP
2010 -“Paulo Laender - Resumo do Ano” Ponteio Lar Shopping - Belo Horizonte -MG
2011 - “Coletiva anual Galeria Ricardo Camargo” -São Paulo - SP

2012 -Dedica-se à Escultura, Pintura à Criação e eExecução de Jóias Artísticas.


http://www.laender.com.br

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